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domingo, 30 de maio de 2010

Gangs dominam a Sul do Tejo!

Fontes policiais adiantam ao CM que as comunidades de imigrantes, muitos em situação ilegal, que cresceram sem controlo e enquadramento social na Margem Sul, são, de facto, "um problema grave pelo número de situações de crime violento em que surgem envolvidas".

A Costa de Caparica é um dos locais que a polícia tem sob vigilância apertada. "Pelas condições naturais da Costa instalou-se lá uma grande comunidade imigrante, nomeadamente de cidadãos brasileiros, e que de facto está relacionada com muitos dos crimes graves praticados em toda a Margem Sul", dizem as mesmas fontes policiais.

Sandro Bala – que está foragido no Brasil – é um exemplo. Recrutava compatriotas no país natal, com conhecimentos de jiu--jitsu, utilizando-os depois em extorsões a discotecas, bares e restaurantes. Dominou o crime organizado na Margem Sul e estendeu-se a Lisboa – o Budha Bar e a discoteca W, na capital, foram visitados e destruídos pelo grupo, que pretendia impor serviços de segurança.

Em 2008, o alarme social disparou, provocado por vários jovens imigrantes que na internet se assumiam como representantes em Portugal do Primeiro Comando da Capital (PCC), organização criminosa brasileira responsável por vários motins nas cadeias brasileiras.

Mas o comandante da PSP de Setúbal, Bastos Leitão, chama a atenção para o facto de já acontecer "em muitos assaltos, portugueses falarem com sotaque brasileiro para despistarem a polícia". Por outro lado, os roubos com faca na rua, cometidos por grupos de jovens entre os 12 e os 16, segundo a PSP, são a nova tendência desde o final do ano passado, depois dos assaltos a estabelecimentos. "O Vale da Amoreira é uma zona muito fustigada por este tipo de criminalidade grupal", refere Bastos Leitão. "Já em Almada, actuam de forma mais isolada".

Fonte: Correio da Manhã

domingo, 9 de maio de 2010

PNR de luto no 1º de Maio!


O Partido Nacional Renovador (PNR) depositou este sábado uma coroa de flores negras em frente ao Ministério do Trabalho, a que chamou 'do Desemprego e da Injustiça Social', em sinal de "luto" pela situação do País.

"Em Portugal, na verdade, não há trabalho. Há alguns empregos, mesmo assim poucos - temos mais de 10 por cento de desempregados -, mas são empregos reféns, mal pagos e precários. Não há razão nenhuma para se celebrar este dia a que chamamos Dia do Trabalho Nacional", disse à Lusa o presidente do Partido Nacional Renovador (PNR), José Pinto Coelho.

O líder do PNR lembrou neste dia em que se assinala em todo o mundo o Dia do Trabalhador, a situação de crise financeira e a taxa de desemprego para justificar o desfile silencioso e "de luto nacional" até ao Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social que decorreu esta manhã.

"Há razão para estarmos muito apreensivos, de luto, e dizermos que é preciso corrermos com estes políticos todos", afirmou, acrescentando que não se referia "só o PS", mas a "todos os políticos que "andam a saquear o erário público há 36 anos e é preciso mudar já radicalmente".

Pinto Coelho afirmou que "cada vez mais se exigem sacrifícios aos portugueses" sem que haja por parte da classe política um exemplo no mesmo sentido, e diz que as medidas anunciadas para combater a crise são "remendos para deixar tudo na mesma".

"Há um fosso crescente entre uma classe rica cada vez mais poderosa e que vive à margem da lei, ou, pelo menos, à margem da moralidade, e uma classe médica a que se aperta o cinto e o pescoço", criticou.

O presidente do PNR defendeu ainda, "para devolver o trabalho a Portugal", uma maior aposta em setores como a agricultura, pescas, indústria e energias renováveis e acusou este Governo e os que o antecederam de terem abandonado o setor produtivo.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Parabens PNR! Uma década de vida


Realizou-se no dia 10 de Fevereiro, em Alcabideche, a festa dos 10 anos do PNR, que contou com várias dezenas de militantes.
Durante a manhã desse sábado, realizou-se uma Reunião do Conselho Nacional, a primeira desde a última Convenção Nacional, realizada de Janeiro, no qual se abordaram diversos assuntos relacionados com o balanço de 3 meses dos novos órgãos sociais e com os objectivos durante o ano 2010.

Seguiu-se um almoço-convívio dos Conselheiros Nacionais juntamente com organizadores da Festa dos 10 anos.

Esta festa, com início às 15 horas e fim às 20 horas, decorreu em ambiente de caloroso convívio e alegria, durante toda a tarde, preenchida com várias actividades, nomeadamente para as crianças e sempre com música de fundo, predominantemente Nacionalista e portuguesa.

Os pontos mais altos da festa, verificaram-se a partir das 18, horas. Primeiro, com umas palavras dirigidas pelo Presidente do PNR, José Pinto-Coelho, aos presentes, nas quais agradeceu emocionadamente a todos aqueles que de alguma forma contribuíram para que o PNR existisse e persistisse e exortando os militantes a uma entrega generosa e constante, como chave para o sucesso.

De seguida, teve lugar uma magnífica actuação musical de José Campos e Sousa, com diversos temas, muitos dos quais com letra das poesias sublimes do grande poeta Nacionalista, Rodrigo Emílio. Fechou a actuação com o Hino do “Ressurreição”, que sendo uma referência para os Nacionalistas das três últimas décadas, será adoptado como Hino oficial do PNR.

Cortou-se um bolo com a Chama do Partido, cantou-se o Hino Nacional e a festa continuou com música, alegria e convívio.

A nota negativa, essa, novamente vai para a imprensa.
Nenhum órgão de comunicação social, à excepção da TVI, compareceu para noticiar o evento. É escandalosa a arbitrariedade dos critérios jornalísticos e a violação das directivas da ERC, que levam a que os partidos sem assento parlamentar, em geral, e o PNR em particular, sejam ignorados por completo.

No caso da TVI, melhor teria sido fazer como os restantes órgãos de comunicação social: não aparecer.

Pois o facto de terem lá estado e, ao observar o ambiente terem-se retirado, é motivo para que se reflicta no porquê de tal opção. Iam à procura de sensacionalismo? De um ambiente e envolvimento diferente? O facto é que devem ter ficado desiludidos, deram meia volta e retiraram-se… Vá-se lá “perceber” as motivações e ética da comunicação social…

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

PNR - A nova chama!


A escolha do nosso símbolo recai sobre uma Chama. Com linhas estilizadas, susceptíveis de alterações ao longo dos tempos, a ideia da Chama e das cores azul e encarnado, devem contudo, manter-se inalteráveis para além de eventuais modificações gráficas.

Porquê uma Chama?
A Chama representa uma descoberta humana ancestral – o Fogo - e por isso com profundas raízes na História do próprio homem.
O Fogo, esse bem precioso que acompanha o homem, ao longo de milénios, é testemunha do seu desenvolvimento, bem-estar, protecção.
A Chama é por isso um símbolo de luz que indica o caminho, de fogo que aquece, de fogueira que reúne à sua volta os membros da comunidade, de presença, que marca uma posição e afugenta os agressores.
A Chama é símbolo de união da comunidade ancestral. A Chama como símbolo numa organização é um archote comum que se partilha, passa de mão em mão, e a todos aquece. Que só se apaga com egoísmos e a indiferença face aos únicos valores que a criaram, mas, nunca enquanto estiver em nós viva.

E as cores?
Nunca o PNR vincularia as suas cores às do pano de fundo da bandeira nacional, susceptíveis de irem mudando consoante os tempos e os rumos nacionais.
Fomos por isso basear as nossas cores nos símbolos mais remotos da nossa Nação.
Azul:
É a cor das Armas de D. Afonso Henriques, e foi adoptada para a primeira bandeira nacional: Cruz azul, sobre fundo prata.
Atribuímos também o azul à elevação do homem. Uma dimensão vertical que aponta para o alto e eleva. Azul é ainda a cor do mar que é inseparável da História de Portugal.
Vermelho:
Atribuímos também ao vermelho a representação do sangue. O derramado nas batalhas dos nossos antepassados e por isso uma homenagem, mas também o herdado e por isso uma ligação estreita à nossa identidade.

Ao assinalar 10 anos de vida, o PNR renovou a sua "Chama".

PNR em Roma!


José Pinto-Coelho dirigindo a palavra aos 400 participantes do Congresso.
Na foto de grupo, encontram-se: Tauras Osaulenko, do partido Ucraniano Svoboda, Juan Antonio Llopart do MSR de Espanha, José Pinto-Coelho e Pedro Frade, do PNR, Patrick Cocriamont da FN Belga, Luca Romagnioli, Presidente da Fiamma Tricolore, Gábor Vona do Jobbik, Hungria e no fim, Valério Cignetti, também da Fiamma.
O PNR esteve presente em Roma, no V Congresso da Fiamma Tricolore, onde se reforçou a “Aliança dos Movimentos Nacionais Europeus”, lançada no final do passado mês de Outubro por iniciativa do partido nacionalista da Hungria, Jobbik.

O PNR tinha sido convidado para aderir a esta aliança no passado mês de Novembro junto com os congéneres de Espanha e Áustria, tendo sido formalizada a sua entrada agora, no dia 5 de Dezembro, em Roma.
Representaram o PNR, o Presidente do partido, José Pinto Coelho e o Vice-Presidente e responsável das Relações Externas, Pedro Frade.
No Sábado de manhã, cada delegação estrangeira que marcou presença, usou da palavra, numa breve comunicação, tendo sido o primeiro interveniente, Bruno Gollnish, da FN de França e o último, o Presidente do PNR que proferiu o seu comunicado em italiano.

Esta Aliança verá a sua confirmação jurídica em Novembro de 2010, altura em que está prevista pelo Parlamento Europeu, a formalização oficial de associações de frentes de partidos que a tal se candidatem.

Neste momento os partidos que integram a AMNE, à qual, legalmente, só pode pertencer um por país, são os seguintes: FPO (Áustria), Front National (Bélgica), Movimiento Social Republicano (Espanha), Front Nacional (França), Jobbik (Hungria), British National Party (Inglaterra), Fiamma Tricolore (Itália), PNR (Portugal), Nationaldemokraterna (Suécia), Svoboda (Ucrânia).

Outros mais se poderão vir a juntar ao grupo de partidos nacionalistas que, no maior respeito pelas características específicas de cada um deles e de cada nação, elaborou um texto base de entendimento que é como que o menor denominador comum entre todos.



PROJECTO DE DECLARAÇÃO POLÍTICA
ALIANÇA DOS MOVIMENTOS NACIONAIS EUROPEUS

• Conscientes da nossa responsabilidade comum para com os povos da Europa e da diversidade de culturas e de línguas que representam,
• Considerando os valores inalienáveis da civilização cristã, a lei natural, paz e liberdade na Europa,
• Tendo em conta as muitas ameaças que as poderosas forças da globalização colocam a este legado,

Representantes de movimentos e partidos nacionais na Europa, exigimos:

1. A criação de uma Europa de nações livres, iguais e independentes no âmbito de uma confederação de Estados soberanos, que se abstém de intervir nas questões internas abordadas de forma adequada pelos próprios Estados,
2. A rejeição de qualquer tentativa de criar um Super-Estado europeu,
3. A promoção da liberdade, dignidade e igualdade de direitos entre todos os cidadãos e de oposição a todas as formas de totalitarismo,
4. A primazia do voto directo do povo ou dos seus representantes eleitos, sobre as decisões de qualquer organismo administrativo ou burocrático,
5. A protecção eficaz da Europa contra as novas ameaças colocadas pelo terrorismo, bem como o imperialismo político, económico, financeiro ou religioso.
6. A resolução em condições humanas e pacíficas do problema da imigração, nomeadamente através da cooperação internacional para o desenvolvimento e auto-suficiência dos países do Terceiro Mundo;
7. Políticas fortes a favor das famílias, visando reduzir o défice demográfico da Europa e promover os valores tradicionais na sociedade.
8. A preservação da diversidade na Europa como consequência da variedade de identidades, tradições, línguas e culturas indígenas
9. O combate comum dos povos da Europa contra o dumping social e os efeitos destrutivos da globalização.

domingo, 20 de setembro de 2009

Seixal - Africanos violam empregadas de escritório!

A PSP do Seixal apanhou anteontem de manhã, em flagrante delito, dois homens de origem africana, com 20 e 23 anos, quando estes abusavam sexualmente de duas empregadas de um escritório junto ao Centro Comercial da Amora. Segundo o CM apurou, as vítimas têm 23 e 36 anos – uma delas é deficiente – e terão sido confundidas com prostitutas.

De acordo com um segurança da área comercial contígua ao edifício, a dupla tinha estado na véspera no local "à procura de meninas". Voltaram pelas 10h30 da manhã seguinte, mas foram impedidos de entrar pelo porteiro do edifício.

No entanto, os dois começaram a tocar às várias campainhas e alguém abriu a porta do prédio. Dirigiram--se então ao sexto andar, onde bateram às portas com insistência até alguém abrir.

Uma vizinha contou ao CM que duas famílias daquele piso abriram a porta, mas "quando os dois homens explicaram o motivo da visita informaram-nos que era engano".

À terceira tentativa, as duas funcionárias da empresa de trabalho temporário foram surpreendidas. Apesar de negarem que houvesse ali qualquer prática de prostituição, a dupla forçou a entrada e fechou a porta atrás de si. Agrediram as mulheres e violaram--nas. Só foram travados pela PSP, entretanto chamada pelo porteiro. Estão detidos e vão aguardar julgamento em prisão preventiva.

Fonte: Correio da Manhã

sábado, 19 de setembro de 2009

PNR - Oposição Nacionalista!

Como na expressão do grande poeta Rodrigo Emílio, " POR PORTUGAL E MAIS NADA! "

terça-feira, 15 de setembro de 2009

PNR - Á beira da eleição!

Não deixa de ser altamente motivadora a noticia do Jornal “O Diabo”, sobretudo porque faz o cruzamento de todas as sondagens até agora publicadas. No entanto não devemos embandeirar em arco, mas antes pelo contrário continuar o excelente trabalho feito até agora.
A nossa “corrida” é de longa distância, sabendo que os resultados não vão demorar a aparecer, sabendo que a família nacionalista cada vez está mais unida, apressemos o passo até á vitória final, porque em Portugal e na Europa começa a amanhecer.

1ª parte do artigo
2ª parte do artigo

PNR - José Pinto Coelho no Prós e Contras da RTP!



sexta-feira, 11 de setembro de 2009

PNR – Noticias da campanha eleitoral!

No próximo dia 14 de Setembro, o Presidente do PNR, José Pinto Coelho estará presente num debate no programa Prós e Contras da RTP1, com os representantes dos Partidos sem representação parlamentar.

No dia 19 de Setembro, será transmitida a entrevista dada pelo Presidente do PNR, José Pinto Coelho, no decorrer do Jornal das Nove da manhã na Rádio renascença.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

domingo, 6 de setembro de 2009

PNR em Alcobaça!

José Pinto-Coelho e João Pedro Amaral

O PNR apresentou ontem em Alcobaça a sua candidatura às eleições legislativas pelo círculo de Leiria, num almoço-convívio que contou com a presença do cabeça-de-lista João Pedro Amaral, militantes locais e dirigentes do PNR, entre os quais o presidente José Pinto-Coelho.
Pelas ruas de Alcobaça

Após o almoço decorreu uma acção de campanha de distribuição de folhetos e contacto com população, sendo a comitiva muito bem recebida pelas pessoas que transmitiram a sua preocupação com o actual estado do país, nomeadamente no que respeita à segurança e ao emprego, e aos problemas da sua região, com ênfase para a agricultura. Muitos demostraram abertamente o seu apoio ao partido, especialmente os mais jovens.
Com os jovens

sábado, 29 de agosto de 2009

PNR - Mensagem do Presidente aos Nacionalistas!

Qualquer acto eleitoral representa um grande esforço para os partidos, Tribunais, Juntas de Freguesia…Esforço este, que o comum das pessoas está longe de imaginar. Isto já para não falar no preço que umas eleições custam ao contribuinte e que em muito ultrapassam os exorbitantes 14 milhões de euros gastos pelos partidos na campanha eleitoral.
(...)
A complexidade processual e burocrática necessária à participação numa eleição é por demais absurda e diria mesmo que um convite a que, os partidos desprovidos de máquina e meios financeiros e humanos, desanimem e desistam.

Não se compreende como é possível que na era da informática e da comunicação, do Simplex ou da Loja do Cidadão, coexista um modelo processual e legal tão arcaico que nos faça retrogradar até aos anos 70 do século passado…
(...)
Terminada que está a tarefa titânica das listas eleitorais quero agradecer a todos os que nos ajudaram, viabilizando-as, sendo candidatos e sobretudo aos Cabeças de Lista e Mandatários. A sua generosidade permitiu ao PNR apresentar-se nas Legislativas de 27 de Setembro, em quase todos os distritos nacionais, com as penosas excepções de Açores, Guarda e Vila Real.

Quanto às Autárquicas de 11 de Outubro, marcaremos presença em Faro, pela primeira vez, concorrendo à Assembleia Municipal, em Cascais, para a Câmara Municipal e também aí, pela primeira vez, na Junta de Freguesia do Estoril.

Além destas, também novamente em Lisboa, apostando desta vez mais forte, com a participação, pela primeira vez em simultâneo na Câmara e Assembleia Municipais e ainda nas Freguesias de Marvila, Santo Condestável e São João de Brito.

Com o lema eleitoral, “Por Portugal e mais nada”, pretendemos erguer uma verdadeira “Oposição Nacional” que não encolhe ombros, não se satisfaz com males menores, não vota (in)útil nuns para correr com outros, não desiste e não se abstém.

O PNR é, na verdade a única Oposição Nacional, e com ela, também o protesto útil para todos os que, como nós, sabem que há culpados e quem eles são. Os que vivem do Sistema e dele se servem, são na verdade os culpados e tudo fazem para manter à distância toda e qualquer verdadeira Oposição ou alternativa.

Iludem os portugueses com uma alternância entre semelhantes, entre os que comem da mesma gamela, disfarçada esta de alternativa. Ocupam-se eles em longos debates e discussões que, parecendo profundas discórdias apenas visam a discussão sobre as melhores técnicas de manutenção do poder e dos privilégios, em retóricas estéreis onde se esgrimem estatística e números, acusações mútuas e arremessos de pedras aos telhados de vidro uns dos outros, num festival de promessas mentirosas e lugares comuns, esquecendo o que realmente importa: Portugal e os Portugueses!
(...)
O PNR, não pactua nunca com situações de compromisso com os responsáveis e culpados por décadas de descalabro. Pelo contrário, o PNR vai sempre à luta e apresenta-se como protesto útil e como oposição necessária.
(...)
É nessa mesma lógica e coerência que nos apresentaremos no dia 11 de Outubro a concorrer em Lisboa, como verdadeira Oposição e protesto, não temendo a apregoada ideia da existência de uma unidade à “direita”. Tal conceito grotesco é resultante de 35 anos de lavagem ao cérebro e mentiras que é preciso começar a desmistificar.

O Sistema português é hemiplégico! Aceitando e dando de barato os sempre complicados e artificiais rótulos direita e esquerda, é bom de ver que na Assembleia da República só houve desde o famigerado 25 de Abril até hoje, partidos que vão da extrema-esquerda até ao centro.
(...)
Assim, grosseiramente, para se dar ideia da existência de verdadeiras oposições, criou-se a sensação (mentirosa!) de haver uma direita em Portugal. Há apenas a “direita” que a esquerda permite, a “direita” postiça que em nada difere de um PS senão em alguns situações pontuais para manter aparências.
Essa “direita” que faz o frete à esquerda dominante e é totalmente submissa e complexada, é a direita dos interesses, do capitalismo, dos instalados, dos conservadores. Essa, assim como à esquerda, recusamo-la em absoluto!

O PNR, pelo contrário, defende as bandeiras vincadamente sociais e nacionais. A aceitar a dicotomia direita-esquerda, para utilizar uma linguagem comum - embora distorcida muitas das vezes, sujeita a equívocos e redutora - então somos o único partido de facto da Direita Nacional e Social. Aquela que a esquerda odeia e teme. Aquela que a “direita”, encomendada pela esquerda, odeia e teme.

Ao defendermos as causas Nacionais e Sociais, colocamos a tónica em grandes temas que constituem o nosso manifesto eleitoral: Economia, Educação, Família, Imigração, Justiça e Segurança.

Acerca de todos estes temas fazemos um diagnóstico claro e temos propostas concretas e únicas, quer no conteúdo, quer na forma, quer na determinação e frontalidade com que as defendemos. Propostas radicais e de ruptura. Propostas diferentes e alternativas. Propostas Nacionais!

Somos a verdadeira Oposição Nacional a este Sistema nefasto!
Somos o protesto útil que importa fortalecer!


No dia 27 de Setembro, votar no PNR não é votar nos consensos hipócritas e nos medos cobardes, mas sim no reforço daqueles que pretendem dar corpo à grande Oposição Nacional!

José Pinto-Coelho | 27 de Agosto de 2009

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

PNR entrega listas para as próximas eleições legislativas!

Terminado o prazo de entrega de candidaturas às próximas Eleições Legislativas, o PNR informa que apresentou listas nos seguintes círculos (seguidos do respectivo Cabeça-de-Lista):

- Aveiro - Maria Marques;
- Beja - Simão Varandas;
- Braga - Pedro Frade;
- Bragança - Carlos Marques;
- Castelo Branco - João Vaz;
- Coimbra - Vítor Ramalho;
- Évora - João Coutinho;
- Faro - Rui Roque;
- Leiria - João Amaral;
- Lisboa - Pinto Coelho;
- Portalegre - Caetano Ferreira;
- Porto - Alberto Lima;
- Santarém - Humberto Oliveira;
- Setúbal - Duarte Branquinho;
- Viana do Castelo - André Leite;
- Viseu - Teresa Póvoas;
- Madeira - Vasco Leitão;
- Fora da Europa - Luís Fernandes.


Para a apresentação de todas as candidaturas foi necessária a colaboração directa de cerca de 300 pessoas, às quais deixamos a nossa mensagem de agradecimento, em especial ao nosso Presidente José Pinto-Coelho, que se empenharam nesta enorme tarefa, de recolha de certidões, elaboração e entrega de listas, etc., processo extremamente burocrático e penoso para aqueles que não orbitam nos partidos do sistema.Também por isso, mas por muito mais, é agora necessário apresentar a todos os portugueses a alternativa de Oposição Nacional, encabeçada pelo PNR - Partido Nacional Renovador.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Mais uma edição da espectacular feira de Corroios, que não é em Corroios!

E está prestes a começar mais uma edição da feira de Corroios, um marco na vila, pela sua popularidade que foi acumulando ao longo de anos, pelos espectáculos musicais que já proporcionou aos seus visitantes e pela enorme mostra económica inerente a esta feira, que a torna em termos de 'feiras', sem paralelo no concelho do Seixal.

E aqui se faz a distinção entre uma feira e uma festa, festa essa que este ano me foi dada a conhecer por pessoas amigas em Alcochete, aí sim uma tipica festa portuguesa com milhares de pessoas nas ruas pela noite dentro até às 6 da manhã, com constantes espectaculos pirotécnicos, musicais, artisticos, cortejos de fanfarra e como é obvio espectáculos tauromáquicos, com as tipicas largadas de toiros no coração desta cidade, que provavelmente no futuró ficará descaracterizada, devido aos milhões que chamam do aeroporto.

A diferença residirá aqui, quando comparamos com Corroios, e nem é preciso deslocarmo-nos até à outra banda do Estuário do Tejo, para a fazermos. Praticamente todas as 'feiras' do concelho do Seixal (essas onde se fazem mostras económicas com aglomerados de barraquinhas repletas das mais inúmeras bujigangas à apelar ao consumo, e onde se fazem espectáculos musicais que à meia noite já estão a dar os últimos acordes, para não chatear o cidadão comum que não gosta de 'cagaçal' à sua porta mas adora ir para a porta dos outros fazer o dito cujo, mas à parte...) são feitas então no centro das respectivas freguesias, pelo menos esta boa política é comum até chegar a Corroios, onde sujeitos muito incomodados com a feira e o barulho que esta invoca a noite, promoveram uma petição para a colocar fora da vila que dá o nome a esta feira. Conclusão, o comércio local que ficava aberto até às tantas e facturava as suas melhores noites, ficou desprezado e desmantelado, pois às 21, senão mais cedo, estes estabelecimentos por falta de clientela, dão por encerrado mais um dia de labuta, tudo em prol do respeito por estes cidadãos muito sensiveis de timpano (coitadinhos!) mas que mesmo assim tem a coragem de bater o pé à sua anomalia e lá vão à feira depois do jantar, só para desmoer...

Em breve, o Corroios - Terra Nacional colocará disponivel, uma petição online para quem quiser devolver ao coração da segunda maior vila do país, aquela que é a sua 'festa' maior.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Zona Industrial, arrasada pela UE na Margem Sul, será espécie de nova Expo!

Hotéis de luxo, habitação e centros náuticos na actual Margueira, Quimiparque e Siderurgia. É o plano para a Margem Sul que visa cativar 17 mil novos habitantes.

O conceito de uma nova Expo, mas cinco vezes maior, será o que melhor resume o projecto do chamado Arco Ribeirinho Sul com o qual o Governo tenciona "revolucionar" o urbanismo nos concelhos de Almada, Barreiro e Seixal nos próximos 18 anos. Numa área de 920 hectares, outrora ocupada pelo poder da industrialização, vão crescer hotéis de luxo, zonas residenciais, museus e centros náuticos. O investimento ultrapassa os 400 milhões de euros e se as habituais derrapagens não apoquentarem o calendário haverá mais 17 mil residentes e 55 mil novos empregos na região. Lá para 2027.

As intervenções vão recair em 55 hectares da Margueira (Almada), 290 da Quimiparque (Barreiro) e 536 da Siderurgia Nacional (Seixal) ,sendo que o ministro do Ambiente, Nunes Correia, que apresenta hoje o projecto no Barreiro,já admitiu não estar previsto, para já, nenhum projecto emblemático. Adiantou que o plano prevê a construção de cinco mil novos fogos "de grande qualidade" na zona para procurar responder à pressão que se perspectiva para os três concelhos com a construção do aeroporto em Alcochete, da plataforma logística do Poceirão (Palmela) e da terceira travessia do Tejo, entre Chelas e Barreiro.

Nunes Correia não tem pejo em assegurar que "a verdadeira cidade portuária será no Arco Ribeirinho Sul", alertando que "é muito melhor construir escritórios e habitação em locais degradados do que destruir um montado no Alentejo para responder à pressão urbanística". O ministro do Ambiente frisou que Lisboa vai, finalmente, cumprir uma célebre frase que consta nos planos de ordenamento: "Uma cidade, duas margens."

O titular da pasta do Ambiente diz que "se há algo de emblemático para citar, é o facto de se trazer a Margem Sul para o centro das operações, com um protagonismo que até agora não tinha. Era uma zona residencial e dormitório de Lisboa, mas este projecto vai dar- -lhe uma nova centralidade", afirma Nunes Correia, ressalvando que o projecto se mede a 15 ou 20 anos, pelo que deverá sofrer ajustamentos, em função da dos ritmos de construção do futuro aeroporto ou da nova ponte.

Segundo o plano estratégico elaborado pelo grupo de trabalho constituído em Setembro de 2008, a reconversão urbanística daqueles três elementos da memória colectiva da Área Metropolitana de Lisboa torna-se mais urgente quando se conhece o abandono e a degradação a que têm sido votados, "com consequências sociais e económicas negativas também extensíveis às áreas urbanas que os envolvem", diz o documento.

O plano defende projectos de diversas naturezas e dimensões, que vão da construção de infra-estruturas de transporte às actividades ligadas ao estuário e ao mar, não só nas componentes de construção e reparação naval mas também no domínio da biologia marinha. A proximidade ao futuro aeroporto de Lisboa propicia o desenvolvimento de actividades ligadas ao sector aeronáutico.

O ambicioso plano tem prazos longos para a sua conclusão: estão previstos 18 anos para a renovação da Quimiparque, 12 e 15 para a Siderurgia Nacional e a Margueira, respectivamente.

Fonte: DN

Mais um projecto para português não ver, estilo nova Manhattan da zona Lisnave...

sábado, 1 de agosto de 2009

Censura prévia e declarada ao PNR!

Hoje o presidente do PNR, José Pinto-Coelho, foi convidado pelo canal de televisão TVI24 para participar num debate sobre a decisão do Tribunal Constitucional de rejeitar o pedido de casamento entre duas lésbicas. O tema do programa, ou a pergunta que serve de mote, é "concorda com o casamento de pessoas do mesmo sexo?".

No convite, a TVI24 informava que estaria presente o advogado das fulanas, a defender o ponto de vista das próprias, e que "do outro lado" estaria o presidente do PNR, como representante do único partido político português que defende a família como célula base da comunidade e se afirma contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Quando Pinto-Coelho, que aceitou o convite, já se encontrava à porta dos estúdios da TVI, foi informado que já havia outro convidado para defender esse ponto de vista e que portanto a sua participação tinha sido... cancelada!

Esta situação, só por si, já seria grave e inadmissível, mas ao observar o dito "debate" constata-se que afinal não havia outro convidado nenhum e, mais uma vez, a única opinião permitida foi a politicamente correcta. Confirma-se, mais uma vez, que o PNR - Partido Nacional Renovador - incomoda muita gente e que é a verdadeira OPOSIÇÃO NACIONAL ao sistema - cujos partidos, nesta e noutras matérias, defendem as mesmas ideias.

Nota: recorde-se que o advogado presente no dito "debate" - "debate" porque este foi debitar as balelas habituais da pseudo-tolerância e da Constituição, etc. - já discutiu uma vez este assunto com um representante do PNR, na TV Record, e talvez não tenha gostado de ouvir umas certas verdades que têm (ou deviam!) ser ditas mas que, mais uma vez, foram excluídas (censuradas) previamente do auto-intitulado "debate".

Fonte: Terra Portuguesa

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Seixal, um concelho sem rumo!

Mais uma obra digna de preencher, esse espaço televisivo, de seu nome ' Nós por Cá', onde surgem situações algo caricatas e por vezes até no cume do surreal.
Ora essa rábula, mais uma vez tem por cenário Corroios, e os seus intervenientes os do costume, visto estarem no poleiro há tanto tempo, é natural que o seu portfólio não conheça limites...

Mais uma promessa do executivo comunista, com mais de três anos porventura, e que esteve e está em stand-by durante estes mesmos anos, uma promessa e um executivo que se ilustra na figura desse viaduto que estamos falar, um viaduto que não vai dar a lado nenhum! A obra continua por ser concluída, fora toda a propaganda do PCP local de Alfredo Monteiro, para "seixalense ver", e que reclama as acessibilidades como uma das áreas de grande investimento da autarquia.

Em contrapartida, o Município do Seixal declarou a via de utilidade pública encerrada, para efeitos de pedido de autorização de abate de 18 sobreiros. Parece anedótico uma estrada estar parada por 18 sobreiros, no entanto não nos podemos esquecer dos que já foram abatidos anteriormente, sem que qualquer autorização tivesse sido concedida.

Dizia há uns tempos o Diário de Notícias, que "a construção deste troço da variante que viria descongestionar a EN10 iniciou-se em 2005 enquanto contrapartida (obra com patrocínio) ao abrigo de um acordo entre a autarquia do Seixal e o Carrefour Portugal, que pretendia instalar um hipermercado na Quinta da Princesa (Amora). No entanto, em Abril de 2005 foi detectado o abate ilegal de cerca de 1200 sobreiros, tendo ficado essa zona interdita a construção nos próximos 25 anos."

Em 2009, continua a haver condutores "encalhados" no trânsito em Corroios em plena hora de ponta, alternativas à obsoleta EN10 não são postas em marcha por este executivo de inércia e os impostos dos municipes continuam a ser esbanjados em futilidades.

As autárquicas estão aí...e o Seixal não merece continuar como este viaduto...SEM RUMO!

Nós dizemos o que tu pensas!

O único partido em Portugal, que apesar de todo o boicote que a comunicação social lhe impõe, ousa e não tem medo de se distanciar do politicamente correcto, omitindo e denunciando as verdades e a realidade que a muita gente, fiel a este sistema vigente e apodrecido incomoda!

Pelos Portugueses, por PORTUGAL, VOTA PNR!

sábado, 18 de julho de 2009

PNR Setúbal: mais um foco nacionalista em terras Sadinas!

Hoje o Corroios - Terra Nacional, dá destaque e associa-se ao recém criado núcleo PNR Setúbal.

Este colectivo tem como objectivo a divulgação do ideal e da causa nacionalista em terras Sadinas, e também à promoção do cabeça de lista do Partido Nacional Renovador ao círculo eleitoral de Setúbal para as próximas eleições autárquicas, que se realizarão no dia 11 de Outubro: o Dr. Duarte Branquinho.

De salientar que nas últimas eleições, Setúbal foi a par de Faro, Lisboa e Santarém, o distrito onde o PNR cresceu mais, tendo redobrado os seus votos em relação às eleições de 2004, mesmo sem o mediatismo que os media nacionais, insistem em não atribuir aos partidos fora dos cinco já com assento parlamentar, numa atitude longe de ser considerada democrática!

Portugal precisa do PNR, e o PNR precisa de ti! Junta-te a nós!

Contamos contigo!