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domingo, 30 de maio de 2010

Gangs dominam a Sul do Tejo!

Fontes policiais adiantam ao CM que as comunidades de imigrantes, muitos em situação ilegal, que cresceram sem controlo e enquadramento social na Margem Sul, são, de facto, "um problema grave pelo número de situações de crime violento em que surgem envolvidas".

A Costa de Caparica é um dos locais que a polícia tem sob vigilância apertada. "Pelas condições naturais da Costa instalou-se lá uma grande comunidade imigrante, nomeadamente de cidadãos brasileiros, e que de facto está relacionada com muitos dos crimes graves praticados em toda a Margem Sul", dizem as mesmas fontes policiais.

Sandro Bala – que está foragido no Brasil – é um exemplo. Recrutava compatriotas no país natal, com conhecimentos de jiu--jitsu, utilizando-os depois em extorsões a discotecas, bares e restaurantes. Dominou o crime organizado na Margem Sul e estendeu-se a Lisboa – o Budha Bar e a discoteca W, na capital, foram visitados e destruídos pelo grupo, que pretendia impor serviços de segurança.

Em 2008, o alarme social disparou, provocado por vários jovens imigrantes que na internet se assumiam como representantes em Portugal do Primeiro Comando da Capital (PCC), organização criminosa brasileira responsável por vários motins nas cadeias brasileiras.

Mas o comandante da PSP de Setúbal, Bastos Leitão, chama a atenção para o facto de já acontecer "em muitos assaltos, portugueses falarem com sotaque brasileiro para despistarem a polícia". Por outro lado, os roubos com faca na rua, cometidos por grupos de jovens entre os 12 e os 16, segundo a PSP, são a nova tendência desde o final do ano passado, depois dos assaltos a estabelecimentos. "O Vale da Amoreira é uma zona muito fustigada por este tipo de criminalidade grupal", refere Bastos Leitão. "Já em Almada, actuam de forma mais isolada".

Fonte: Correio da Manhã

domingo, 9 de maio de 2010

PNR de luto no 1º de Maio!


O Partido Nacional Renovador (PNR) depositou este sábado uma coroa de flores negras em frente ao Ministério do Trabalho, a que chamou 'do Desemprego e da Injustiça Social', em sinal de "luto" pela situação do País.

"Em Portugal, na verdade, não há trabalho. Há alguns empregos, mesmo assim poucos - temos mais de 10 por cento de desempregados -, mas são empregos reféns, mal pagos e precários. Não há razão nenhuma para se celebrar este dia a que chamamos Dia do Trabalho Nacional", disse à Lusa o presidente do Partido Nacional Renovador (PNR), José Pinto Coelho.

O líder do PNR lembrou neste dia em que se assinala em todo o mundo o Dia do Trabalhador, a situação de crise financeira e a taxa de desemprego para justificar o desfile silencioso e "de luto nacional" até ao Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social que decorreu esta manhã.

"Há razão para estarmos muito apreensivos, de luto, e dizermos que é preciso corrermos com estes políticos todos", afirmou, acrescentando que não se referia "só o PS", mas a "todos os políticos que "andam a saquear o erário público há 36 anos e é preciso mudar já radicalmente".

Pinto Coelho afirmou que "cada vez mais se exigem sacrifícios aos portugueses" sem que haja por parte da classe política um exemplo no mesmo sentido, e diz que as medidas anunciadas para combater a crise são "remendos para deixar tudo na mesma".

"Há um fosso crescente entre uma classe rica cada vez mais poderosa e que vive à margem da lei, ou, pelo menos, à margem da moralidade, e uma classe médica a que se aperta o cinto e o pescoço", criticou.

O presidente do PNR defendeu ainda, "para devolver o trabalho a Portugal", uma maior aposta em setores como a agricultura, pescas, indústria e energias renováveis e acusou este Governo e os que o antecederam de terem abandonado o setor produtivo.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Como reagia a estes discursos políticos?

Hoje o Corroios - Terra Nacional evidencia uma crónica, da perspicaz e conceituada Isabel Stilwell, que faz a inteligente analogia entre o actual estado da III República com o degredo final, politico/ económico /social da I República. Como tal trouxe a lume a visão e as palavras à época, daquele que viria a ser o maior estadista português do séc. XX: António de Oliveira Salazar.

Como reagia a estes discursos políticos?

Vamo-nos fiando em que a História não se repete, mas para problemas iguais a tentação de encontrar soluções que resultaram no passado é imensa. Como reagiria o bom povo português se surgisse agora um político a proferir, com convicção, os discursos do Dr. António Oliveira Salazar que se seguem? Mas há mais, para quem quiser consultar a compilação dos seus discursos públicos, depois de ler, obviamente, os relatos do País nos últimos anos da I República.

«Vão passados sete anos de lutas contra o espírito de desordem, contra a corrupção da administração pública, contra a intolerância da demagogia, contra o parlamentarismo anárquico, contra a guerra de classes, contra o aviltamento nacional, contra a esterilidade das lutas partidárias, contra o desaproveitamento dos melhores valores nacionais, contra o abandono a que foram votadas as necessidades fundamentais do País, contra a não realização das suas melhores aspirações no campo da inteligência e da moral, contra o abandono dos povos, o desprezo das reivindicações do traba-lho, a falta de incentivo, disciplina e protecção da nossa actividade económica, o desânimo que invadira tudo e todos, tirando à Nação não já a vontade de progredir, mas parece até que a vontade de viver.»

«Debalde, porém, se esperaria que milagrosamente, por efeito de varinha mágica, mudassem as circunstâncias da vida portuguesa. Pouco mesmo se conseguiria se o País não estivesse disposto a todos os sacrifícios necessários e
a acompanhar-me com confiança na minha inteligência e na minha honestidade – confiança absoluta mas serena, calma, sem entusiasmos exagerados nem desânimos depressivos. Eu o elucidarei sobre o caminho que penso trilhar,
sobre os motivos e a significação de tudo que não seja claro de si próprio; ele terá sempre ao seu dispor todos os elementos necessários ao juízo da situação. Sei muito bem o que quero e para onde vou, mas não se me exija que chegue ao fim em poucos meses. No mais, que o País estude, represente, reclame, discuta, mas que obedeça quando se chegar à altura de mandar.»

terça-feira, 20 de abril de 2010

A outra face, os mesmos mitos!

Faça-se aqui uma referência a um post e um blog com teor de cidadania local, o 'A outra face oculta'. E uma palavra de apreço para com os autores, de continuarem a trazer a luz o que anda por aí oculto

Seixal - Saudação comunista ao Boletim!

Ao que consta, tivemos recentemente uma sessão extraordinária da Assembleia Municipal do Seixal de ontem, onde a tribuna do PCP saudou aos 35 anos e 525 edições do Boletim Municipal. O que é ridiculo do ponto de vista democrático, louvar um pasquim que não mais é que um meio de propaganda a um orgão executivo e principalmente a um partido de ideais totalitaristas, como o comunismo.

O Seixal é um concelho poluído, parco em emprego, com grandes indices de criminalidade, com pouco investimento no seu patrimonio historico, turistico e cultural o qual é do conhecimento de muitos nossos conterrâneos. Pois bem, é através deste pomposo panfleto que se faz eleições. O dar a ideia de que o Seixal é uma espécie de El Dorado, uma terra bestial para se viver, a passos largos rumo ao progresso e sem ter sequer um espaço de artigo neste boletim de direito ao contraditório por parte de outros orgãos politicos, é a mais arcaica forma de manobrar mentes mais susceptiveis e de neo-censura.
Desperta Seixal!!!

Parabens PNR! Uma década de vida


Realizou-se no dia 10 de Fevereiro, em Alcabideche, a festa dos 10 anos do PNR, que contou com várias dezenas de militantes.
Durante a manhã desse sábado, realizou-se uma Reunião do Conselho Nacional, a primeira desde a última Convenção Nacional, realizada de Janeiro, no qual se abordaram diversos assuntos relacionados com o balanço de 3 meses dos novos órgãos sociais e com os objectivos durante o ano 2010.

Seguiu-se um almoço-convívio dos Conselheiros Nacionais juntamente com organizadores da Festa dos 10 anos.

Esta festa, com início às 15 horas e fim às 20 horas, decorreu em ambiente de caloroso convívio e alegria, durante toda a tarde, preenchida com várias actividades, nomeadamente para as crianças e sempre com música de fundo, predominantemente Nacionalista e portuguesa.

Os pontos mais altos da festa, verificaram-se a partir das 18, horas. Primeiro, com umas palavras dirigidas pelo Presidente do PNR, José Pinto-Coelho, aos presentes, nas quais agradeceu emocionadamente a todos aqueles que de alguma forma contribuíram para que o PNR existisse e persistisse e exortando os militantes a uma entrega generosa e constante, como chave para o sucesso.

De seguida, teve lugar uma magnífica actuação musical de José Campos e Sousa, com diversos temas, muitos dos quais com letra das poesias sublimes do grande poeta Nacionalista, Rodrigo Emílio. Fechou a actuação com o Hino do “Ressurreição”, que sendo uma referência para os Nacionalistas das três últimas décadas, será adoptado como Hino oficial do PNR.

Cortou-se um bolo com a Chama do Partido, cantou-se o Hino Nacional e a festa continuou com música, alegria e convívio.

A nota negativa, essa, novamente vai para a imprensa.
Nenhum órgão de comunicação social, à excepção da TVI, compareceu para noticiar o evento. É escandalosa a arbitrariedade dos critérios jornalísticos e a violação das directivas da ERC, que levam a que os partidos sem assento parlamentar, em geral, e o PNR em particular, sejam ignorados por completo.

No caso da TVI, melhor teria sido fazer como os restantes órgãos de comunicação social: não aparecer.

Pois o facto de terem lá estado e, ao observar o ambiente terem-se retirado, é motivo para que se reflicta no porquê de tal opção. Iam à procura de sensacionalismo? De um ambiente e envolvimento diferente? O facto é que devem ter ficado desiludidos, deram meia volta e retiraram-se… Vá-se lá “perceber” as motivações e ética da comunicação social…

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

PNR - A nova chama!


A escolha do nosso símbolo recai sobre uma Chama. Com linhas estilizadas, susceptíveis de alterações ao longo dos tempos, a ideia da Chama e das cores azul e encarnado, devem contudo, manter-se inalteráveis para além de eventuais modificações gráficas.

Porquê uma Chama?
A Chama representa uma descoberta humana ancestral – o Fogo - e por isso com profundas raízes na História do próprio homem.
O Fogo, esse bem precioso que acompanha o homem, ao longo de milénios, é testemunha do seu desenvolvimento, bem-estar, protecção.
A Chama é por isso um símbolo de luz que indica o caminho, de fogo que aquece, de fogueira que reúne à sua volta os membros da comunidade, de presença, que marca uma posição e afugenta os agressores.
A Chama é símbolo de união da comunidade ancestral. A Chama como símbolo numa organização é um archote comum que se partilha, passa de mão em mão, e a todos aquece. Que só se apaga com egoísmos e a indiferença face aos únicos valores que a criaram, mas, nunca enquanto estiver em nós viva.

E as cores?
Nunca o PNR vincularia as suas cores às do pano de fundo da bandeira nacional, susceptíveis de irem mudando consoante os tempos e os rumos nacionais.
Fomos por isso basear as nossas cores nos símbolos mais remotos da nossa Nação.
Azul:
É a cor das Armas de D. Afonso Henriques, e foi adoptada para a primeira bandeira nacional: Cruz azul, sobre fundo prata.
Atribuímos também o azul à elevação do homem. Uma dimensão vertical que aponta para o alto e eleva. Azul é ainda a cor do mar que é inseparável da História de Portugal.
Vermelho:
Atribuímos também ao vermelho a representação do sangue. O derramado nas batalhas dos nossos antepassados e por isso uma homenagem, mas também o herdado e por isso uma ligação estreita à nossa identidade.

Ao assinalar 10 anos de vida, o PNR renovou a sua "Chama".

PNR em Roma!


José Pinto-Coelho dirigindo a palavra aos 400 participantes do Congresso.
Na foto de grupo, encontram-se: Tauras Osaulenko, do partido Ucraniano Svoboda, Juan Antonio Llopart do MSR de Espanha, José Pinto-Coelho e Pedro Frade, do PNR, Patrick Cocriamont da FN Belga, Luca Romagnioli, Presidente da Fiamma Tricolore, Gábor Vona do Jobbik, Hungria e no fim, Valério Cignetti, também da Fiamma.
O PNR esteve presente em Roma, no V Congresso da Fiamma Tricolore, onde se reforçou a “Aliança dos Movimentos Nacionais Europeus”, lançada no final do passado mês de Outubro por iniciativa do partido nacionalista da Hungria, Jobbik.

O PNR tinha sido convidado para aderir a esta aliança no passado mês de Novembro junto com os congéneres de Espanha e Áustria, tendo sido formalizada a sua entrada agora, no dia 5 de Dezembro, em Roma.
Representaram o PNR, o Presidente do partido, José Pinto Coelho e o Vice-Presidente e responsável das Relações Externas, Pedro Frade.
No Sábado de manhã, cada delegação estrangeira que marcou presença, usou da palavra, numa breve comunicação, tendo sido o primeiro interveniente, Bruno Gollnish, da FN de França e o último, o Presidente do PNR que proferiu o seu comunicado em italiano.

Esta Aliança verá a sua confirmação jurídica em Novembro de 2010, altura em que está prevista pelo Parlamento Europeu, a formalização oficial de associações de frentes de partidos que a tal se candidatem.

Neste momento os partidos que integram a AMNE, à qual, legalmente, só pode pertencer um por país, são os seguintes: FPO (Áustria), Front National (Bélgica), Movimiento Social Republicano (Espanha), Front Nacional (França), Jobbik (Hungria), British National Party (Inglaterra), Fiamma Tricolore (Itália), PNR (Portugal), Nationaldemokraterna (Suécia), Svoboda (Ucrânia).

Outros mais se poderão vir a juntar ao grupo de partidos nacionalistas que, no maior respeito pelas características específicas de cada um deles e de cada nação, elaborou um texto base de entendimento que é como que o menor denominador comum entre todos.



PROJECTO DE DECLARAÇÃO POLÍTICA
ALIANÇA DOS MOVIMENTOS NACIONAIS EUROPEUS

• Conscientes da nossa responsabilidade comum para com os povos da Europa e da diversidade de culturas e de línguas que representam,
• Considerando os valores inalienáveis da civilização cristã, a lei natural, paz e liberdade na Europa,
• Tendo em conta as muitas ameaças que as poderosas forças da globalização colocam a este legado,

Representantes de movimentos e partidos nacionais na Europa, exigimos:

1. A criação de uma Europa de nações livres, iguais e independentes no âmbito de uma confederação de Estados soberanos, que se abstém de intervir nas questões internas abordadas de forma adequada pelos próprios Estados,
2. A rejeição de qualquer tentativa de criar um Super-Estado europeu,
3. A promoção da liberdade, dignidade e igualdade de direitos entre todos os cidadãos e de oposição a todas as formas de totalitarismo,
4. A primazia do voto directo do povo ou dos seus representantes eleitos, sobre as decisões de qualquer organismo administrativo ou burocrático,
5. A protecção eficaz da Europa contra as novas ameaças colocadas pelo terrorismo, bem como o imperialismo político, económico, financeiro ou religioso.
6. A resolução em condições humanas e pacíficas do problema da imigração, nomeadamente através da cooperação internacional para o desenvolvimento e auto-suficiência dos países do Terceiro Mundo;
7. Políticas fortes a favor das famílias, visando reduzir o défice demográfico da Europa e promover os valores tradicionais na sociedade.
8. A preservação da diversidade na Europa como consequência da variedade de identidades, tradições, línguas e culturas indígenas
9. O combate comum dos povos da Europa contra o dumping social e os efeitos destrutivos da globalização.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Corroios - Pais boicotam aulas por medo de amianto!

Pais boicotam aulas por medo de amianto“Com a remoção por acabar os nossos filhos não vão estudar!” “Amianto vai causar um milhão de mortes até 2030.” Quem quer que o seu filho faça parte desses números?” É com esta mensagem que vários pais e encarregados de educação iniciaram na manhã desta terça-feira um protesto junto ao portão da Escola 2,3 de Corroios, no Seixal, contra a remoção dos escombros na escola vizinha, Moinho de Maré, que contêm amianto.

Os pais garantem que as obras não estão a cumprir os requisitos de segurança.
“Hoje estamos a fazer uma acção de protesto sobre a remoção de escombros da escola, o que implica técnicas especiais, já que falamos de uma matéria muito perigosa, catalogada na classe 1 dos agentes cancerígenos: o amianto”, referiu Carlos Morais, presidente da Associação de Pais.

Como tal, “os pais não vão permitir que o ano lectivo se inicie, enquanto os escombros da escola do lado não forem retirados, as análises às salas de aulas efectuadas e os valores de partículas de amianto em suspensão no ar reduzidos à normalidade, através da descontaminação e limpeza dos espaços'.

A Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT) garantiu que 'a exigência de cumprimento das regras de segurança condiciona a rapidez dos trabalhos”, estando “a obra de remoção dos escombros a prosseguir normalmente'. Prevê-se que a conclusão das obras “está por dias'

Fonte: Correio da Manhã

sábado, 29 de agosto de 2009

Corroios - Atirada para o meio da estrada!

Luísa Santos parou a carrinha nos semáforos da rua Francisco Costa, no Monte de Caparica, Almada, e em segundos começou o pesadelo. A mulher, de 30 anos, foi atacada por dois homens com uma faca, às 22h00 de quarta--feira, e passou a meia hora seguinte sequestrada no próprio veículo. Sem a mala com o dinheiro e os documentos, acabou empurrada do carro em andamento em Corroios.

Mal os dois assaltantes entraram na carrinha Renault Mégane, Luísa Santos foi tomada por um pânico tal que, ouvida pela polícia, pouco se recorda da dupla de ladrões. "Só sabe que são negros, ambos aparentando 20 anos, e um deles tinha uma faca grande", adiantou ontem ao CM uma fonte policial.

O assaltante que conduzia a viatura dirigiu-se para a Estrada Nacional 10 e depois para Corroios, Seixal, onde, meia hora depois, o sequestro terminou junto às bombas da BP. Luísa foi empurrada da Renault Mégane, com a viatura em andamento. Além do veículo, a vítima perdeu a mala com documentos e dinheiro. Foi com o próprio telemóvel que a mulher chamou a PSP, que a transportou ao Hospital Garcia de Orta para tratamento.

PORMENORES

PSP PROCURA CARRINHA

Agentes da PSP de Corroios ainda tentaram detectar a carrinha Renault Mégane de Luísa Santos, levada pelos dois ladrões. Mas, após várias tentativas, tal não foi possível.

PÂNICO APÓS SEQUESTRO

Quando foi encontrada por uma patrulha da PSP de Corroios, Luísa Santos estava em pânico. Mal conseguia falar e nem uma descrição concreta dos dois assaltantes conseguiu fornecer. A PJ de Setúbal vai investigar o crime.

Fonte: Correio da Manhã

Mais uma obra da falta de patrulhamento e do clima de insegurança que se tem vivido nas últimas semanas nos concelhos de Almada e Seixal...A inércia continua, e a criminalidade cada vez menos olha para trás nas ruas

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Corroios - Guerra entre comunistas e socialistas

A feira anual de Corroios, que se realiza entre os dias 21 e 30 de Agosto e onde são esperadas cerca de 500 mil visitantes, colocou o PS e o PCP em guerra. O candidato do PS à Câmara Municipal do Seixal, Samuel Cruz, afirma que foi agredido verbalmente por algumas das pessoas que estavam a trabalhar na organização da feira e que contestaram a sua presença no local gritando entre outras coisas "vêm para aqui estes doutores da m...", disse.

Em declarações ao CM, o candidato socialista disse que acabou por chamar a PSP para se queixar "de injúrias e ameaças", acabando as pessoas por ser identificadas no local.

Samuel Cruz deslocou-se ao local para ver qual o espaço dedicado ao PS na feira, assunto que também causou dano na relação entre os dois partidos. Enquanto o espaço dedicado à área política da CDU chega aos 21 metros, as outras forças políticas têm apenas três metros e meio, o que leva o socialista a falar em "incumprimento da lei eleitoral", uma vez que não é dado o mesmo espaço às forças partidárias.

Eduardo Rosa, presidente da Junta de Freguesia de Corroios, que é liderada pelo PCP, refuta as acusações, referindo que "o PCP tem mais espaço porque tem um restaurante-bar e há um espaço dedicado à JCP, e o PS na carta que nos enviou não estipulou o espaço que pretendia". O presidente da Junta de Corroios refere também que coloca "em primeiro lugar aqueles que colaboram todos os anos connosco, o que não acontece com o PS, que só participa de quatro em quatro anos, quando há eleições".

Samuel Cruz refere ainda que na terça-feira, após este conflito, apareceu alguns outdoors da sua campanha destruídos. O candidato socialista é peremptório: "Não acredito em coincidências."

Fonte: Correio da Manhã

Esperemos ver este incidente em destaque no pasquim vermelho (aka Boletim Municipal), com os próximos capitulos desta saga, brevemente...

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Mais uma edição da espectacular feira de Corroios, que não é em Corroios!

E está prestes a começar mais uma edição da feira de Corroios, um marco na vila, pela sua popularidade que foi acumulando ao longo de anos, pelos espectáculos musicais que já proporcionou aos seus visitantes e pela enorme mostra económica inerente a esta feira, que a torna em termos de 'feiras', sem paralelo no concelho do Seixal.

E aqui se faz a distinção entre uma feira e uma festa, festa essa que este ano me foi dada a conhecer por pessoas amigas em Alcochete, aí sim uma tipica festa portuguesa com milhares de pessoas nas ruas pela noite dentro até às 6 da manhã, com constantes espectaculos pirotécnicos, musicais, artisticos, cortejos de fanfarra e como é obvio espectáculos tauromáquicos, com as tipicas largadas de toiros no coração desta cidade, que provavelmente no futuró ficará descaracterizada, devido aos milhões que chamam do aeroporto.

A diferença residirá aqui, quando comparamos com Corroios, e nem é preciso deslocarmo-nos até à outra banda do Estuário do Tejo, para a fazermos. Praticamente todas as 'feiras' do concelho do Seixal (essas onde se fazem mostras económicas com aglomerados de barraquinhas repletas das mais inúmeras bujigangas à apelar ao consumo, e onde se fazem espectáculos musicais que à meia noite já estão a dar os últimos acordes, para não chatear o cidadão comum que não gosta de 'cagaçal' à sua porta mas adora ir para a porta dos outros fazer o dito cujo, mas à parte...) são feitas então no centro das respectivas freguesias, pelo menos esta boa política é comum até chegar a Corroios, onde sujeitos muito incomodados com a feira e o barulho que esta invoca a noite, promoveram uma petição para a colocar fora da vila que dá o nome a esta feira. Conclusão, o comércio local que ficava aberto até às tantas e facturava as suas melhores noites, ficou desprezado e desmantelado, pois às 21, senão mais cedo, estes estabelecimentos por falta de clientela, dão por encerrado mais um dia de labuta, tudo em prol do respeito por estes cidadãos muito sensiveis de timpano (coitadinhos!) mas que mesmo assim tem a coragem de bater o pé à sua anomalia e lá vão à feira depois do jantar, só para desmoer...

Em breve, o Corroios - Terra Nacional colocará disponivel, uma petição online para quem quiser devolver ao coração da segunda maior vila do país, aquela que é a sua 'festa' maior.

domingo, 9 de agosto de 2009

Seixal: Ataca autarca com camião

Um funcionário da Câmara do Seixal atirou um camião de recolha de lixo contra a casa do presidente da autarquia depois de ficar a saber que ia ser despedido. Segundo o CM apurou, trata-se de um trabalhador de 45 anos, casado e com dois filhos, que terá estado envolvido num incidente, também com um veículo da autarquia, em Setembro de 2008.

O inquérito terminou agora e, anteontem, quando tomou conhecimento que Alfredo Monteiro assinara o despacho de exoneração, o funcionário "tomou uma atitude desesperada", contou fonte próxima do trabalhador.

Depois de descarregar o camião, dirigiu-se à casa do presidente da Câmara, nos Foros da Amora e, após bater em vários carros, atirou o veículo contra o muro da vivenda. A seguir fez marcha-atrás e arrancou, mas despistou-se e capotou metros à frente. Ninguém ficou ferido.

A Câmara nega qualquer processo contra este funcionário.

...Merecerá mesmo comentários?

Fonte: Correio da Manhã

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Zona Industrial, arrasada pela UE na Margem Sul, será espécie de nova Expo!

Hotéis de luxo, habitação e centros náuticos na actual Margueira, Quimiparque e Siderurgia. É o plano para a Margem Sul que visa cativar 17 mil novos habitantes.

O conceito de uma nova Expo, mas cinco vezes maior, será o que melhor resume o projecto do chamado Arco Ribeirinho Sul com o qual o Governo tenciona "revolucionar" o urbanismo nos concelhos de Almada, Barreiro e Seixal nos próximos 18 anos. Numa área de 920 hectares, outrora ocupada pelo poder da industrialização, vão crescer hotéis de luxo, zonas residenciais, museus e centros náuticos. O investimento ultrapassa os 400 milhões de euros e se as habituais derrapagens não apoquentarem o calendário haverá mais 17 mil residentes e 55 mil novos empregos na região. Lá para 2027.

As intervenções vão recair em 55 hectares da Margueira (Almada), 290 da Quimiparque (Barreiro) e 536 da Siderurgia Nacional (Seixal) ,sendo que o ministro do Ambiente, Nunes Correia, que apresenta hoje o projecto no Barreiro,já admitiu não estar previsto, para já, nenhum projecto emblemático. Adiantou que o plano prevê a construção de cinco mil novos fogos "de grande qualidade" na zona para procurar responder à pressão que se perspectiva para os três concelhos com a construção do aeroporto em Alcochete, da plataforma logística do Poceirão (Palmela) e da terceira travessia do Tejo, entre Chelas e Barreiro.

Nunes Correia não tem pejo em assegurar que "a verdadeira cidade portuária será no Arco Ribeirinho Sul", alertando que "é muito melhor construir escritórios e habitação em locais degradados do que destruir um montado no Alentejo para responder à pressão urbanística". O ministro do Ambiente frisou que Lisboa vai, finalmente, cumprir uma célebre frase que consta nos planos de ordenamento: "Uma cidade, duas margens."

O titular da pasta do Ambiente diz que "se há algo de emblemático para citar, é o facto de se trazer a Margem Sul para o centro das operações, com um protagonismo que até agora não tinha. Era uma zona residencial e dormitório de Lisboa, mas este projecto vai dar- -lhe uma nova centralidade", afirma Nunes Correia, ressalvando que o projecto se mede a 15 ou 20 anos, pelo que deverá sofrer ajustamentos, em função da dos ritmos de construção do futuro aeroporto ou da nova ponte.

Segundo o plano estratégico elaborado pelo grupo de trabalho constituído em Setembro de 2008, a reconversão urbanística daqueles três elementos da memória colectiva da Área Metropolitana de Lisboa torna-se mais urgente quando se conhece o abandono e a degradação a que têm sido votados, "com consequências sociais e económicas negativas também extensíveis às áreas urbanas que os envolvem", diz o documento.

O plano defende projectos de diversas naturezas e dimensões, que vão da construção de infra-estruturas de transporte às actividades ligadas ao estuário e ao mar, não só nas componentes de construção e reparação naval mas também no domínio da biologia marinha. A proximidade ao futuro aeroporto de Lisboa propicia o desenvolvimento de actividades ligadas ao sector aeronáutico.

O ambicioso plano tem prazos longos para a sua conclusão: estão previstos 18 anos para a renovação da Quimiparque, 12 e 15 para a Siderurgia Nacional e a Margueira, respectivamente.

Fonte: DN

Mais um projecto para português não ver, estilo nova Manhattan da zona Lisnave...

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Homem escapou por pouco a colisão em Vale de Milhaços!

Um golpe de sorte salvou Luís Aurélio, a mulher e a mãe de um acidente brutal. O operário da Siemens em Corroios tinha acabado de estacionar o carro perto da casa da irmã, quando ouviu um grande estrondo. Um ligeiro tinha embatido de frente com um autocarro de passageiros, matando a condutora do carro. Outra ocupante da viatura morreu depois no Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Há ainda uma terceira vítima, ainda internada no Hospital Garcia de Orta, em Almada. A viatura entrou em despiste e enfaixou-se no Ford de Luís Aurélio.

"Por dois minutos que não morri. Eu, a minha mulher e a minha mãe estávamos a entrar na casa da minha irmã quando ouvimos um estrondo que até fez estremecer a casa. Foi só o tempo de cumprimentar a minha irmã. Voltei atrás e vi o meu carro destruído.
Não tive coragem para ver mais nada, pois percebi logo que o acidente tinha sido muito grave",
conta Luís Aurélio, ainda muito assustado com o acidente que vitimou uma senhora na casa dos 60 anos.

Ao lado de Luís Aurélio estava a sobrinha, Joana Ribeiro, estudante de Enfermagem, que tentou prestar os primeiros--socorros às três vítimas. A jovem de 21 anos deixou uma crítica: "Já houve neste cruzamento três mortes. Deveriam pôr aqui lombas ou sinalização. Até já foram feitos abaixo-assinados e nada."

Fonte: Correio da Manhã

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Seixal, um concelho sem rumo!

Mais uma obra digna de preencher, esse espaço televisivo, de seu nome ' Nós por Cá', onde surgem situações algo caricatas e por vezes até no cume do surreal.
Ora essa rábula, mais uma vez tem por cenário Corroios, e os seus intervenientes os do costume, visto estarem no poleiro há tanto tempo, é natural que o seu portfólio não conheça limites...

Mais uma promessa do executivo comunista, com mais de três anos porventura, e que esteve e está em stand-by durante estes mesmos anos, uma promessa e um executivo que se ilustra na figura desse viaduto que estamos falar, um viaduto que não vai dar a lado nenhum! A obra continua por ser concluída, fora toda a propaganda do PCP local de Alfredo Monteiro, para "seixalense ver", e que reclama as acessibilidades como uma das áreas de grande investimento da autarquia.

Em contrapartida, o Município do Seixal declarou a via de utilidade pública encerrada, para efeitos de pedido de autorização de abate de 18 sobreiros. Parece anedótico uma estrada estar parada por 18 sobreiros, no entanto não nos podemos esquecer dos que já foram abatidos anteriormente, sem que qualquer autorização tivesse sido concedida.

Dizia há uns tempos o Diário de Notícias, que "a construção deste troço da variante que viria descongestionar a EN10 iniciou-se em 2005 enquanto contrapartida (obra com patrocínio) ao abrigo de um acordo entre a autarquia do Seixal e o Carrefour Portugal, que pretendia instalar um hipermercado na Quinta da Princesa (Amora). No entanto, em Abril de 2005 foi detectado o abate ilegal de cerca de 1200 sobreiros, tendo ficado essa zona interdita a construção nos próximos 25 anos."

Em 2009, continua a haver condutores "encalhados" no trânsito em Corroios em plena hora de ponta, alternativas à obsoleta EN10 não são postas em marcha por este executivo de inércia e os impostos dos municipes continuam a ser esbanjados em futilidades.

As autárquicas estão aí...e o Seixal não merece continuar como este viaduto...SEM RUMO!

Nós dizemos o que tu pensas!

O único partido em Portugal, que apesar de todo o boicote que a comunicação social lhe impõe, ousa e não tem medo de se distanciar do politicamente correcto, omitindo e denunciando as verdades e a realidade que a muita gente, fiel a este sistema vigente e apodrecido incomoda!

Pelos Portugueses, por PORTUGAL, VOTA PNR!

sábado, 18 de julho de 2009

PNR Setúbal: mais um foco nacionalista em terras Sadinas!

Hoje o Corroios - Terra Nacional, dá destaque e associa-se ao recém criado núcleo PNR Setúbal.

Este colectivo tem como objectivo a divulgação do ideal e da causa nacionalista em terras Sadinas, e também à promoção do cabeça de lista do Partido Nacional Renovador ao círculo eleitoral de Setúbal para as próximas eleições autárquicas, que se realizarão no dia 11 de Outubro: o Dr. Duarte Branquinho.

De salientar que nas últimas eleições, Setúbal foi a par de Faro, Lisboa e Santarém, o distrito onde o PNR cresceu mais, tendo redobrado os seus votos em relação às eleições de 2004, mesmo sem o mediatismo que os media nacionais, insistem em não atribuir aos partidos fora dos cinco já com assento parlamentar, numa atitude longe de ser considerada democrática!

Portugal precisa do PNR, e o PNR precisa de ti! Junta-te a nós!

Contamos contigo!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Moinho de Maré reabre em Setembro, 9 anos depois!

O Moinho de Maré de Corroios, mandado eregir por D. Nuno Álvares Pereira e com cerca de 606 anos, vai reabrir ao público em Setembro, 9 anos volvidos e após um investimento superior a 2 milhões de Euros.

Em 2002, o lider comunista da CMS, Alfredo Monteiro, ao seu jeito habitual havia dito estar convicto que o Moinho de Maré de Corroios, iria abrir portas ainda esse ano, ao que o seu então homónimo(mas não menos demagógico) presidente da Junta de Freguesia de Corroios, Brázio Romeiro, reforçou com a 'certeza de uma rápida recuperação deste património'!

Em 2003, pelas comemorações dos 600 anos deste património histórico, Alfredo Monteiro decide lançar mais uma das suas pérolas habituais, desta vez no seu pasquim de propaganda(aka Boletim do Seixal) afirmando 'Reabrir o Moinho de Maré ao público em 2004, visto estar na fase final de recuperação, uma obra que representa um elevado investimento, superior a um milhão e meio de euros'.

Ora o certo e sabido, é que aquela área esteve interdita aos cidadãos, como se de animais se tratassem, escorraçando-os dum local público que não sofreu qualquer intervenção e que talvez resolva o mistério da colocação de um gradeamento em aço, durante meia década!
Saúda-se apesar de todos estes já 'naturais' e nefastos contratempos e derrapagens financeiras por parte do executivo comunista, o regresso ao 'convivio' populacional do Moinho de Maré de Corroios, o grande ex-libris desta freguesia e que durante séculos foi literalmente, o "pão para a boca" das populações locais.

No entanto, há qe salientar que a zona circundante a este precioso património continua degradada, poluída e continua a não haver por parte dos autarcas locais, quer da JF Corroios, quer da CM Seixal um plano de requalificação urbanistica para aquela que será porventura a zona com mais potencial nas áreas turistica/lazer/cultura.

Coincidentemente a abertura do Moinho de Maré, numa jogada de caça ao voto, será pouco antes das autárquicas de Outubro...Claramente, esta pandilha vermelha de Alfredo Monteiro & Lda tem tanto de previsivel como de mentirosa!! Lá manhosos são eles...